Era uma vez uma linda menininha… (Tá, não era tão linda assim porque era adolescente e nessa fase não há muita salvação estética, mas deixa eu contar dessa forma). Era uma vez uma linda meninha que durante um intervalo da escola pegou uma dessas revistas by João Bidú e começou a ler. Curiosinha, ela se deparou com uma matéria no mínimo interessante, no máximo escatológica. Resumidamente, o texto em questão propunha o “desapaixonamento”. Como? Simples. Bastava imaginar o ser amado fazendo sua necessidade fisiológica de número dois. 

(…)

A reticência acima foi uma pausa dramática para reflexão. Fiquei pensando se entraria em alguns detalhes neste texto, mas como sou favorável à troca de experiências, vou continuar…

A leitura e o truque do desapaixonamento funcionaram por alguns anos. Uns bons anos. Até o dia em que a menininha cresceu, amadureceu e decidiu se apaixonar. A primeira paixão aconteceu aos 17 e durou exatos dois anos. Depois vieram outras paixões que se confundiram com amores e viraram histórias lindas que tiveram fim, mas duraram tempo suficiente para serem memoráveis e deixarem lições importantes.

O truque do desapaixonamento, que na verdade é uma espécie de “desencanto”, não funciona mais com a tal menininha que cresceu. Com o tempo ela aprendeu que viver certas intimidades é inevitável – e pode ser gostoso. Mas, antes que você comece a visualizar uma princesa da Disney na história, entenda que a linha entre ser uma linda e ser uma mulher das cavernas é tênue.

 

 Higiene pessoal: É elementar, minha cara “Watsa”, mas vai muito além do tomar banho e escovar os dentes. Manter em dia a depilação dos cambitos, do suvaquinho e da virilha é essencial. E ter uma pele cheirosa e toda trabalhada no hidratante também faz a diferença. Acredite no poder de Dove, de Monange, e de Victória Secret´s, se você for bem ryca.

• Mãos: Não importa se você é do tipo Paty, ou se poderia protagonizar o Carga Pesada junto com o Bino; o MÍNIMO que se espera de uma mulher é que tenha as unhas limpas e bem cuidadas. Óbvio que não vou sugerir que você deixe crescer e pinte de rosa chiclete, mas mantê-las aparadas e sem graxa embaixo já é alguma coisa.

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• Pés: Não é porque você passa 2/3 da vida de kichute que vai relaxar com eles, afinal a desculpa de gostar de dormir de meias pode até colar, mas não vai te ajudar quando a gata te chamar pra tomar banho juntas ou pra ir pra praia, por exemplo. Cuide das unhas e passe creminho nos pés.

• Pelinhos: Adoro barba. No meu pai, apenas. Infelizmente puxei dele essa tendência a ser quase prima do Tony Ramos; mas é justamente pra resolver esse problema que existem as depiladoras. Separe aí uns R$ 20 ou R$ 30 quinzenalmente e faça as sobrancelhas com uma profissional. E se você tem aqueles pelinhos super indesejáveis no rosto, arrase na cêra quente ou descubra as maravilhas que a depilação egípcia (com linha e ainda mais durável que com cêra) pode fazer por você.

• Espelho, espelho meu… Tá, sei que essa é uma frase de rainha má, mas maldade mesmo é não gostar de se olhar no espelho. Se algo incomoda, tente melhorar. Engordou 3 quilinhos? Perca-os. Nasceram fios brancos? Não se descabele, pinte-os. Antes de se apaixonar por qualquer pessoa, apaixone-se por você mesma. Ser “encantada” não é tão difícil.

Esse post não acabou, ele continua na semana que vem, quando falerei sobre intimidades a duas e explicarei como manter adormecida a Fiona que existe na gente. Avisa prazamiga!

Um beijo e até!

Ma.

 

 

Não deixe de comentar se você é uma linda mulher ou uma mulher das cavernas!

 

 

Written by Ma
Ma. A autora dessas linhas que você acabou de ler, entre outras coisas.