Fiquei observando o meu tédio e fui fazer minha sessão deprê, pós-solteirice. Assisti vários seriados, vários vídeos no youtube e desejei ter “um amor para recordar”. Não aquele filme que a guria morre no final #xicontei, mas alguma lembrança boa pra pensar e não colecionar decepções.

Foi então que resolvi não pensar nesses meus dias de amores e desamores e fiz a minha listênha das 10 namoradinhas que moveram e comoveram o meu coraçãozinho sapatômico com suas histórias e estórias.

Vamos ao top 10 melhores casais da ficção e do mundo real. Vai que dentro deste ranking você encontre a inspiração para dar aquele UP no seu relacionamento ou junte-se ao vinho e a fossa da solidão!

 

10. Clara e Rafaela – Mulheres Apaixonadas (2003)

Esta ai um casal da ficção que soube muito bem representar (bem até d+). Não abusaram do clichê, tipo, forçando a barra para aumentar a audiência. Não, Alinne Moraes e Paula Picarelli dominaram suas personagens e caíram nas graças do público. O autor da novela trabalhou bem questões como preconceito, família e saída do armário. Por esses e outros motivos essas duas tchucas entram no top!

 

9. Whitney e Sara – The Real L Word

Típico casal entre tapas e beijos. Mesmo imaginando que seja mais casal business do que amor propriamente dito, mas vamos fingir que elas sejam realmente namoradas. Tenho que confessar que eu torci muito para que as duas ficassem juntas no reality. Mas casamento… Casar foi surpresa! Então, boa sorte às duas! Que, longe dos holofotes e câmeras, elas sejam muito felizes. Foi lindo o casório!

 

 8. Brittany e Santana – Glee

Está ai um casal que eu não sou muito fã, mas faz parte do grupo teen na atualidade (e consideremos que ultimamente não tem aparecido muitos casais gays interessantes na telinha – *se tem cite nos comentários, preciso de uma dose de bons casais, por favor).

Começaram despretensiosamente na serie e ganhou um destaque melhor nas ultimas temporadas.  O casal não permaneceu junto e o relacionamento acabou, o que acabou trazendo outro amor para Santana (interpretado por Demi Lovato). Mesmo assim, foi um casal importante pela representação do amor de uma forma super inocente.

 

7 . Mari Streinbecher e Sheilla Castro

Sei que pode ser o casal mais fake do mundo. Nunca foi casal, sempre foi. Deus é quem sabe! Mas vou incluir essas duas deusas do voley ball brasileiro pelas inúmeras especulações, pelas noites (por que acompanhei-as nas Olimpíadas de Pequim) e dias (por que também acompanhei nas Ligas, no Gran Pix e nos jogos estaduais) de jogos assistindo-as todos esses anos.

Nunca nada foi declarado por ambas, pelo contrário, nega-se até a morte, e a Sheilla Castro casou com um ex-jogador de voley este ano passado, para tristeza de todas as apaixonadas por este “casal” desportivo.

Recado: Mari! Vemnimim!!!

 

6. Luce e Rachel – Imagine Me & You

O filme em si é uma delicia. O modo como a história foi conduzida torna interessante a trama. Luce (Piper Perabo, que também interpretou uma lésbica no filme ‘Assunto de Meninas’) está no seu casamento – com um homem – quando conhece a Rachel (Lena Heady) a florista (gay) da cerimônia. E a partir daquele dia a vida das duas se conecta de tal modo que se torna inevitável a existência de uma sem a outra. Like soulmates!

 

5. Lisa Ray e Sheetal Sheth  – I Can’t Think Straight e The World Unseen

Para explicar melhor, Lisa e Sheetal são os nomes das atrizes. Pois é, as duas fizeram um filme (que não é lá dos melhores), intitulado ‘The World Unseen’.  No filme, com temática gay, as duas se saíram tão bem como casal que no ano seguinte (2008) protagonizaram novamente como casal lésbico no maravilindo ‘I Can’t Think Straight’. Podem assistir os dois, apesar de a temática ser gay, o enredo dos dois filmes são completamente diferentes.

Em ICTS, Tala (Lisa Ray) é uma jordana de ascendência palestiniana, que vive em Londres. É cristã e está planejando o seu casamento com um noivo jordano, depois de ter deixado já outros três noivos no dia do casamento (vai vendo o bolo doido). Leyla (Sheetal Sheth) é uma muçulmana tímida, muito próxima do melhor amigo de Tala, Ali. Conhecendo-se assim as duas em uma partida de tênis. E “amizade” começa a partir dai. Conflito religioso, moral, romance e o amor e um filme muito interessante de se acompanhar.

Pela dobradinha, juntas nos em filmes, entraram no top namoradinhas lindas!

 

4. Pepa e Silvia – Los Hombres de Paco

Para as sapas que gostam de seriados latinos e com temática policial, a série espanhola LHDP teve um casal les para deixar ainda melhor o seriado. Pepa, irmã do policial protagonista da série (Paco), apaixona-se pela médica forense, filha do delegado de polícia e cunhada de Paco, a Doutora Silvia. Tudo para dar errado, não é?! Mas sorte de quem acompanhava a série, as duas ficam juntas e até se casam! Apesar de que o final das duas não é lá dos melhores (melhor dizendo, é o pior final que eu já vi, chorei horrores). Vale a pena conferir a trama das duas, mesmo que pelo Youtube.

De todo modo, pelas cenas hilárias e calientes que as duas protagonizaram, entrou no top 10 das namoradas.

 

3.  Julia y Mariana – Las Aparicio

Seriado de uma telenovela mexicana. Não me pergunte como achei, só sei que achei! 😀

Em meados de 2010 esse programa dominava as redes sociais. Pense que eu, Cacau, ficava na webtv assistindo a programação da Argos Tv até dar meia noite (horário aqui no Brasil, que começava a novela), só para não perder a trama.

Resumindo: A família Aparicio é composta por seis mulheres: Rafaela, a matriarca que teve três maridos. Todos morreram assim… tragicamente, do nada, por nada. A matriarca viúva teve apenas filhas. Alma, a filha mais velha que se tornou viúva também do seu marido. A irmã do meio, Mercedes, aparentemente agencia garotos de programa e trata homens como objeto. E delas, tem as netas, Ileana, filha de Alma, que é contra tudo o que faz a sua mãe, e a filha de Mercedes, Isadora. Já a filha mais nova de Rafaela, a Julia, tem um relacionamento conturbado com um jogador de futebol. Em uma noite de bebedeira, após ser traída pelo novio, Julia acaba beijando sua melhor amiga de infância, a Mariana. A Mariana é sapa e tem uma namorada. Mal sabiam as duas que depois daquele beijo a vida, a amizade e o amor que existia entre as duas mudariam completamente.

Conflito no inicio, típico de dramalhão mexicano! Comédia, drama e muitas emoções. A novela é interessante como um todo, não apenas o casal lésbico. O sucesso de Las Aparicio foi tão grande que este ano vai ser lançado um filme.

#QueremosUnAmorBonito

Obs: As atrizes Liz Gallardo e Erendira Ibarra são daquelas que se tornaram bestfriends depois da novela. #vaivendo

 

2. Elena e Peyton – Elena Undone

Tenho que confessar ser meu casal favorito! #THEBESTEVER

Elena é uma pseudo dona de casa, casada com um pastor e tem um filho adolescente com o cara. A mãe de família abandonou seu talento como fotografa para cuidar mais da família. Peyton é uma escritora que vive um momento de tormenta em sua vida pessoal; separou-se de sua companheira e ainda enfrenta a morte da sua mãe.

Ambas mulheres em conflito que vêem suas vidas unidas pela destino. #uau
Desculpa, mas o filme não é bom… É ÓTÊEEEEEEEEEEEEEEEEEEMO!

Obs: As atrizes Necar Zadegan e Traci Dinwiddie fizeram um curta metragem chamado The Touch antes do filme Elena Undone. Onde também eram um par lésbico.

 

1. Bette e Tina – The L Word

Eu tentei não coloca-las nesse top, mas sinceramente foi impossível. Pra mim, o melhor perfil de um casal lésbico já representado na ficção. Elas superaram problemas, construíram uma família, traçaram bem um belo romance (lógico que longe do padrão de 90% das telespectadoras da serie). De todo modo, as atrizes Laurel Holloman e Jennifer Beals são as melhores representantes de um casal lésbico para nossa geração. Pela forma como interpretaram, pelo rumo das suas personagens dentro da série e a repercussão no mundo gay. Sei que dentro da série The L Word eu poderia trazer outros casais, como Shane e Carmen (saudades da Carmen!!), Dana e Alice, mas no conjunto da obra, Bette e Tina ocupam o primeiro lugar no TOP 10 NAMORADAS!

 

Sei que faltaram alguns personagens, mas é ai que vocês (leitoras) vão deixar a sua marca nessa postagem. Cite o casal de namoradinhas que você tem no seu Top 10 e explique o porquê de inclui-las.

Aquele Abraço!!!

 

Estreando a série de posts do Sapatômica que visitará diversos lugares e jogará o sincerão pra vocês. Nossa percepção do local, do ambiente, do atendimento e tudo mais.

E já vamos abrir a coluna com charme, gordura, babado e confusão no The Burger Map em Santo André. A hamburgueria fica no ABC, mas eu digo com certeza que vale a pena fazer uma pequena viagem pra comer lá!

 

 O SPOT

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Puro aconchego. Vintage, rústico, iluminação favorável, música boa tocando. Os bancos são confortáveis, tudo é extremamente limpo, inclusive os banheiros (isso é importante, gente!). O tema é americano e tudo remete às lanchonetes que a gente vê nos filmes (ou no intercâmbio) Se você for extremamente curiosa, assim como eu, vai viajar com toda a informação das paredes.

 

 OS COMES

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São vinte e seis opções de hambúrguer, sendo quatro delas veganas (!!!). Há também cachorros quentes, sanduíches, diversos acompanhamentos e sobremesas. Tudo bem calórico e bem delícia!

A casa desafia os clientes a comerem uma montanha de lanches, fritas, cheddar e bacon de 1,3kg. Se você tem um apetite grande, estômago forte e sempre quis participar do ‘Man x Food’ pode tentar ganhar uma camiseta e uma foto no Mural da Fama. Ou pode ganhar uma foto do Mural da Vergonha com a frase “Arregou!” embaixo. Vou te contar, não estamos sendo bem representadas lá. Nenhuma mulher ganhou o desafio e só umas cinco tentaram!

Eu comi um Blue Ring Burger, com barbecue caseiro, gorgonzola, onion rings e bacon (super levinho). A carne e o pão são ultra macios e a combinação é saborosa, mas deu um trabalhão pra comer, o lanche desmontou todo. Talvez a culpa não seja do lanche, mas da completa falta de jeito da pessoa que estava comendo. Mas experimente e nos diga você!

Fiquei chateadérrima por não poder comer a torta quente de maçã com sorvete, já tinha acabado. Mas o brownie de chocolate branco deixou minha noite mais feliz.

 

OS BEBES

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Tem muitas opções de cerveja e o cardápio as separa por categorias: Leves, trigo, maltadas, tostadas, lupuladas, belgas, especiais e amadeiradas. Cada prato tem sugestões de hamonização com essas categorias de cerveja.

Há também milk shakes, Coca-Cola de baunilha ou cereja (as duas são uma delícia) e Pink Lemonade (que pra mim pareceu apenas uma limonada normal com duas gotas de corante vermelho).

 

ATENDIMENTO

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Rolou uma espera grande pra conseguir uma mesa. Ao entrar deu pra entender o porquê: O ambiente é tão agradável que ao terminar a refeição as pessoas abrem o botão da calça e continuam ali conversando e fazendo a digestão.

Os garçons são bastante educados, mas também demoram bastante pra passar nas mesas. Levamos mais tempo esperando o garçom do que a comida. Mas se você acenar, pular, mostrar os peitos, eles vêm! Brincadeira, por favor, não mostre os peitos.

 

QUANDO IR?

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Esse é um lugar ideal pra ir com pessoas com as quais você tenha bastante intimidade, família, amigos ou uma namorada de muito tempo (aquela que já arrotou na sua frente). Isso por um motivo simples: é um lugar pra se esbaldar! Comer como uma ogra, com as mãos, sujando os cantos da boca de molho! Talvez seja melhor não ter os primeiros encontros lá, você vai querer comer aquelas onion rings e nem Listerine vai te ajudar depois dessa.


+ Info: No site você tem acesso ao endereço, fotos e o menu, com preços e tudo mais!
http://www.theburgermap.com.br/

 

O deputado federal Ronaldo Fonseca (PROS-DF) apresentou nesta semana um parecer favorável ao projeto de lei 6583/2013, que propõe a criação do Estatuto da Família – no qual está prevista a definição de entidade familiar como a união entre homem e mulher.

A proposta foi considerada homofóbica por parlamentares e ativistas por defender o conceito de que casais homossexuais não poderiam formar uma família.

Fonseca é membro da comissão especial criada pela Câmara dos Deputados para analisar o projeto, do qual é relator. Em seu voto, ele também sugere a inclusão de um artigo que impedediria a adoção de crianças por casais homossexuais, algo que não estava previsto no texto original.

Alvo de polêmica, o projeto apresentado pelo deputado federal Anderson Ferreira (PR-PE) institui não só a definição do conceito de família, como também diretrizes públicas para valorização e apoio da entidade familiar.

Em seu voto a favor do projeto, Fonseca afirma que o reconhecimento pelo Supremo Tribunal Federal (STF) e pelo Conselho Nacional de Justiça da união civil entre homossexuais como uma entidade familiar “foi introduzido na jurisprudência equivocadamente”, porque iria contra o artigo 226 da Constituição Federal.

O parágrafo 3º deste artigo diz que o Estado reconhece a união entre um homem e uma mulher.

No documento de 35 páginas, o deputado diz que o estatuto “busca dar luz ao tenebroso momento em que vivemos de definição do conceito de família”.

“Meu voto é moderno e de vanguarda, porque se baseia na Constituição. O conceito de família já estava no artigo 226, mas a interpretação feita pelo Supremo bagunçou isso, criou insegurança jurídica. Falta clareza na sociedade quanto ao conceito de família. Por isso o Estatuto é necessário”, diz Fonseca à BBC Brasil.

“Além disso, o Supremo criou a família afetiva e só deu esse direito aos homossexuais. Se um irmão que cuida de outro morrer, o que ficou não pode receber pensão. Por quê? Não é possível dar um privilégio só a homossexuais.”

 

‘Momento tenebroso’

O projeto de lei está sendo analisado por uma comissão especial da Câmara formada por 24 deputados.

Eleito relator do projeto, Fonseca é encarregado de dar o parecer final – que será aprovado ou rejeitado por outros membros da comissão. Após essa fase, ele será apreciado e votado pelo Senado.

No seu parecer, o deputado questiona o argumento usado pelo STF para reconhecer a união civil entre homossexuais e a considerar uma entidade familiar. A Corte apontou “omissão” do Legislativo sobre a questão.

Fonseca rebate dizendo que a questão foi analisada, mas que não teria havido “consenso”.

“Nosso voto não tem a pretensão de confrontar a decisão do STF, mas, com todo respeito ao Excelso Tribunal, ficarei restrito ao mandamento constitucional por entender que a decisão de criar a ‘família homoafetiva’ inovou, criando lei, usurpando prerrogativa do Congresso Nacional”, afirma o deputado no documento.

“Tenho consciência das transformações sociais e culturais que proporcionam a existência de diferentes arranjos familiares, já atendidos pela Constituição, o que não pode se dizer das tais ‘famílias homoafetivas’.”

Fonseca diz que a união heterossexual tem direito à proteção especial do Estado por cumprir um papel, a manutenção da sociedade, por meio da geração de filhos.

“Apenas na união de um homem com uma mulher há presunção desse relevante papel. Não justifica ao Estado subsidiar o início de nova relação de dependência econômica de adultos se dela não se prever o exercício do papel de gerar e criar filhos”, explica ele no parecer.

E os héteros que não querem ter filhos? Os héteros que são estéreis?
E a população mundial que ultrapassou o limite? Seremos 9 bilhões
em breve, sendo que o ideal para o planeta é 4 bilhões. E vocês ainda
querem que ‘procriar’ seja uma obrigação civil? WHAT???!!!

Também levaria à “discriminação contra o indivíduo não integrante deste tipo de relação, pois haveria gozo de direitos especiais não extensíveis a todos” e uma “injustiça, pois em nada estaria reconhecida a relevância e o reconhecimento do papel da união do homem e da mulher como sustentáculo da sociedade”.

Fonseca acrescenta que casais homossexuais já têm outros meios jurídicos, como contratos e testamento, para garantir seus direitos.

Em seu parecer, o deputado também trata explicitamente da adoção de crianças por casais homossexuais, assunto que não era abordado no projeto de lei. O texto sugere a inclusão no projeto de um artigo para alterar o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).

Em seu artigo 42, o ECA prevê que casais interessados na adoção devem ser casados no civil ou manter união estável. Com a mudança sugerida, estas uniões deveriam estar de acordo com o artigo 226 da Constituição (que diz que o Estado reconhece a união entre homem e mulher), excluindo a possibilidade de casais homossexuais adotarem conjuntamente.

“A questão tinha de ser abordada. Se digo com base na Constituição que um casal homossexual não é juridicamente uma família, como este casal poderia adotar uma criança como uma? Nem teria como colocar na certidão o nome de duas mulheres e dois homens, porque a filiação exige o nome de um pai e de uma mãe”, afirma o deputado.

Ele argumenta que a adoção busca suprir a perda do pai e da mãe e que casais homossexuais não apenas descumprem esta função, como a impossibilitam por completo.

“Nas relações de mero afeto, sobretudo nas que as pessoas que a compõem forem do mesmo sexo, a criança adotada passaria a ter de maneira irremediável a ausência da figura do pai ou da mãe”, diz ele no parecer.

O parecer também questiona a retirada do termo “homossexualismo” da relação de doenças da Organização Mundial da Saúde e diz que isto ocorreu sem “estudos científicos que fizessem considerar tal comportamento normal”.


“Bem… Colocando dessa forma… Realmente soa
arrogante, míope, mente-fechada e fanático.”

 

Fonte: BOL