Não canso de repetir que representatividade é tudo nessa vida! Nada melhor do que ver pessoas com quem podemos nos identificar arrasando por aí com trampos incríveis, espalhando mensagens, e nos dando esperança de que também podemos realizar nossos sonhos. Pessoas que podem nos inspirar!

Cola só nessa lista das setes vozes da indústria da música negra nas gringas que cumprem esse papel:

 

#1 AZEALIA BANKS

Apesar de não simpatizar muito com ela, simplesmente porque vira e mexe ela aparecendo fazendo uns discursos esquisitos, ofendendo pessoas etc… Mas não posso deixar de incluí-la nessa lista, afinal, minha opinião é pessoal e muita gente é fã dela.

Além das excelentes músicas (não dá pra negar), ela também não gosta de ser definida pela sua sexualidade. Em 2012, ela disse ao The New York Times: “Eu não estou tentando ser, tipo, a rapper bissexual ou lésbica. Não vivo sob os termos dos outros.”

 

#2 SIYA

A rapper Siya caiu nas graças da mídia quando estrelou o reality show Sisterhood of Hip-Hop, da Oxygen. Desde então, tornou sua presença fixa na série tem se unido com artista de R&B, Tanks, para um novo musical colaborativo.

 

#3 ANGEL HAZE

Ela chamou a atenção da internet em 2013 quando fez depoimentos falando sobre ter sofrido abuso sexual na infância, e também por um cover que fez de Cleaning Out My Closet, do Eminem. A música inspira conversas sobre como o rap pode confrontar a cultura do estupro. Ela já lançou uma porrada de singles depois disso.

 

#4 BIG FREEDIA

A auto-intitulada Queen Diva de New Orleans Bounce, Big Freedia entrou para a história do hip-hop em 1999 – mas foi só uma década depois que o nome dela correu por aí na grande mídia, quando ganhou seu próprio reality show em séries “Big Freedia: Queen of Bounce”, que já vai completar a sexta temporada esse ano.

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#5 YOUNG M.A

A aceitação da comunidade do hip-hop a rapper Young M.A marcou um momento importante dentro e fora do gênero musical. Apesar de muitas das letras que falam sobre mulheres serem decepcionantemente problemáticas e com certeza deixarem ela longe do posto de lésbica feminista, sua habilidade em dominar a cena, independente da orientação sexual, é impressionante.

 

#6 MESHELL NDEGEOCELLO

Quando, Meshell Ndegeocello, dez vezes nomeada ao Grammy Awards – prêmio mais importante da indústria musical, tinha 18 anos, ela cantou sobre roubar o namorado de outra mulher. Agora, aos 48 anos, está casada com sua esposa, dois filhos e, aparentemente, se mantém bem longe do relacionamento dos outros. Orgulhosa de sua bissexualidade, disse a revista Out, em 2010, que ser definida por sua orientação sexual a “limita artisticamente”.

 

#7 FELICIA PEARSON

Pra maioria do público que assiste o canal HBO, Felicia Pearson será eternamente associada a sua personagem Snoop, de The Wire. Mas atualmente ela está arriscando todas as suas fichas na indústria musical, como foi mostrado no programa Love and Hip-Hop: New York, do canal VH1. Ela tem sua própria gravadora e vive um relacionamento tumultuado com a atual namorada J. Adrienne.

 

#8 KEHLANI

Eu já falei dela em outro post, sobre o álbum SweetSexySavage que tem letras abordando relacionamentos antigos, tanto com homens quanto com mulheres; inclusive a música do single mais atual Distraction foi escrita para uma mulher. A rapper é parte negra, parte latina, e assumidamente bissexual, apesar de alegar preferir não falar sobre isso pra que não tire a atenção do que realmente importe: sua música.

 

Written by Bianka Carbonieri
Insta: @bsapatomica | 26 anos, taurina, mora em São Paulo. Workaholic assumida, estudante e Psicologia, é viciada em café e lasagna.