Tem gente que não vive sem um “cacho”, uma peguete, um amor pra chamar de seu mesmo que seja por um único fim de semana. E nós, que dirigimos as nossas scanias, SUV’s e afins somos campeãs em encontrar o amor da vida logo após o primeiro beijo na boca. Basta ver uma gata na balada, na faculdade, sermos apresentadas e ela ser minimamente interessante, e já começamos a pensar na lista de convidados do nosso casamento. E a paixão arrebatadora/amor da vida dura até: ( ) ela se mostrar desmiolada ( ) ela se mostrar confusa ( ) ela se mostrar possessiva ( ) ela dar mole para outra ( ) ela não ser assumida para a família ( ) você ser assediada por outra ( ) você começar a gostar de outra (X) a maioria ou a totalidade das alternativas anteriores. E acredite, este processo é muito rápido.

Eu, que não faço parte do grupo de princesas Disney que acredita em contos de fadas, nem sou tão ogra quanto o Shrek,  mas estou ali entre uma coisa e outra, particularmente considero esse sistema de gostar e desgostar normal. Acredito que isso faz parte do processo de evolução e autoconhecimento necessários para amadurecermos, saber quem somos, o que esperamos de um relacionamento. É claro que quando a gente gosta de alguém e não somos correspondidas à altura isso dói. Assim como pode doer quando alguém gosta da gente e não retribuímos, mas, sinceramente: ninguém é obrigado.

Você pode acreditar que duas pessoas lindas e subjetivamente interessantes podem ficar para sempre juntas simplesmente por serem lindas e subjetivamente interessantes, mas outros fatores serão cruciais ao longo dessa história – que pode ser curta: interesse mútuo x desgaste x diferenças de personalidade x objetivos de vida distintos e eu poderia continuar aqui citando uma lista mais longa que a de presentes do casamento que você já pensou com todos os amores da sua vida…

Talvez hoje seja mais difícil manter um relacionamento que há 20 anos? Pode ser, não sei; 20 anos atrás minhas preocupações eram com o sabor do suco que eu levaria na lancheirinha pra escola no dia seguinte. Mas há 20 anos não tínhamos Twitter, Facebook, smartphones e aplicativos que aproximam estranhos com toda a facilidade do mundo. Hoje você pode encapsular o seu amorzinho e mantê-la em cárcere privado por todo o sempre, ou encarar que mesmo que ela não esteja buscando, dezenas, centenas, quiçá milhares de pessoas têm acesso rápido a ela todos os dias. A concorrência está acirrada. Isso é bom? Ruim? Bom ou ruim, a concorrência, mesmo nos assuntos do coração, é um fato irrefutável. A dica é: seja você, dê o seu melhor e aprenda com os momentos sozinha ou muitíssimo bem acompanhada. Do dia para a noite tudo pode mudar para melhor ou para pior, e estar preparada significa apenas ter a consciência de que tudo o que pode acontecer não está sob o seu controle. Viva e curta os melhores momentos de cada uma das situações; lá na frente você ainda vai achar graça de tudo.

Um beijo e até semana que vem! ;*
Ma.

 

 

Às vezes eu escrevo umas coisas bem autobiográficas aqui. Às vezes não. Falar publicamente sobre coisas negativas acerca da própria personalidade é dificílimo, tente um dia no Twitter, no Facebook… É difícil, mas é de certa forma compensador, porque faz com que nos conheçamos melhor. Elogiar, enaltecer alguém é fácil, por isso é possível que ouçamos, com certa frequencia, algo bom sobre o corte de cabelo, a roupa nova, um brilho diferente nos olhos… Mas são pouquíssimos os que se arriscam a nos dizer que estamos feias, maltrapilhas, opacas – tem que ser muuuuito amigo e muuuuito corajoso pra isso.

Pois bem, vamos à true history que fez com que minha reflexão virasse post. Há algum tempo eu comecei a desconfiar que tinha um certo medo de intimidade. De sexo não, de intimidade; e intimidade é algo muito mais sério que sexo – pelo menos pra mim. Conheci uma mulher linda, interessante, divertida e que se encaixava em cada um dos tópicos de uma extensa lista de itens mentais que eu tinha como essenciais para começar um relacionamento, uma espécie de listinha de pré-seleção. Pausa dramática: só hoje descobri que eu levava essa listinha mental à sério, e fiquei um pouco assustada com isso. Percebi que ter uma love list já é uma forma de erigir um muro, de erguer uma barreira entre você e uma outra pessoa, porque se ela não preencher um itenzinho que seja da tal lista tosca, teoricamente fica mais fácil justificar que o relacionamento não deu certo por isso. Aí eu vi que estava tudo errado. Comigo. 

Um relacionamento dá certo quando as pessoas caminham lado a lado, e não quando uma age como uma psicóloga do RH de uma multinacional e a outra, como a entrevistada.

Eu tenho um gênio difícil e já conto de cara, nas primeiras horas de conversa, mas entremeio essa informação super séria com várias piadinhas. Resultado: conto uma verdade que parece mentira. No dia a dia sou birrenta, manhosa, faço biquinho e amanheço de pá virada. Nos três primeiros dias acordando juntas tudo isso pode até ser fofo, no quarto já é um pé no saquinho, eu sei. E quando eu gosto, eu sou ciumenta; faço o possível pra não demonstrar, porque parece que demostrar ciúme é mostrar insegurança… mas em algumas situações eu não me contenho e chuto o pau da barraca: falo demais, faço besteiras, depois me arrependo profundamente. Só depoisssssss, beeeem depois é que eu vou atrás e peço desculpas – quando vou. Eu sou turrona. Eu sou uó. Principalmente quando estou gostando de verdade, querendo que ela esteja perto o tempo todo, que conheça todos os meus amigos, todos os restaurantes que eu gosto e que veja vááários filmes comigo.

 

Ontem, numa crise de ciúmes por um fato bobo do passado dela, dei um piti e disse que não queria mais nada entre nós. Esperei uma, duas, 24 horas, até perceber que o rompimento poderia ser definitivo. Pensei nela em cada minuto dessas últimas 24 horas, e esperei que ela viesse atrás. Não veio e estava coberta de razão em não vir. Eu fui, com o rabinho entre as pernas e o coração trêmulo, pedir desculpas sinceras morrendo de medo de ouvir um: “Cansei, agora eu não quero mais.” Felizmente as coisas foram diferentes. Felizmente ela não tem uma love list mental tosca como eu tinha. Felizmente, nesse sentido, há mais maturidade nela que em mim. E a sensação de medo de intimidade, e depois medo de perdê-la, foi substituída pela paz absoluta que tenho quando estamos juntas, e no fundo é só isso que realmente importa. 

Apenas:

 

 

Na semana passada escrevi cinco tópicos do Manual da Comprometida, mas é claaaaro que só cinco ‘topiquinhos’ é muito pouco ante a responsabilidade e o desafio que é ser comprometida. Obviamente não são regras, mas detalhes que você deve ter em mente para manter a paixão acesa e o relacionamento sólido e fresquinho como uma planta bem cuidada. Se você perdeu: leia aqui. Se já leu, dá uma olhada nas próximas 5 dicas:

 

VI) NÃO EMBARANGARÁS

Quando vocês se apaixonaram se acharam lindas? Você levava um tempão ajeitando cada fiozinho de cabelo arrepiado antes de sair? Passava uma make baphônica para irem para as baladas juntas? Sempre usava uma roupa ou um acessório que ela elogiava? Mantenha tudo isso. Frequenta a academia? Patina? Anda de skate? Pedala aos domingos? J-A-M-A-I-S abandone uma rotina esportiva com o argumento de que não está conseguindo achar tempo para exercícios e para o namoro; primeiro porque, se ela te conheceu assim, já tinha uma noção de como era a sua vida; segundo porque esportes além de te deixarem com o corpo em dia, liberam endorfinas e consequentemente aquela sensação de bom humor e bem estar – e quer coisa mais irresistível do que uma mulher linda e feliz?

 

VII) PRESERVARÁS A INDIVIDUALIDADE

Ela gosta de azul, você ama o verde. Ela é fanática por comida mexicana, você não suporta pimenta. Ela adora forró e detesta sertanejo e você é exatamente o contrário. Veja bem, não vai existir no mundo alguém que seja exatamente igual a você. Nem irmãos gêmeos univitelinos são iguais na personalidade. Uma das coisas mais gostosas em estar com alguém é conhecer uma nova realidade, novas pessoas, novos ambientes. Open your mind. Ter a mente aberta não significa deixar de gostar de tudo o que você gosta e amar com fervor tudo o que ela adora, significa partilhar. Se você não gosta de pimenta, tudo bem, mas nem por isso você precisa causar um tumulto quando ela quiser ir – vão ter opções suaves lá pra você. Ir à um show de forró não vai te matar. Assim como ela também não vai entrar em combustão espontânea só por ouvir um sertanejo no seu carro ou te acompanhar num rodízio de pizzas – mesmo estando de dieta – vai ter uma saladinha especial pra ela lá.

 

VIII) COMPREENDERÁS A TPM E SERÁS COMPREENDIDA

Do dia pra noite ela ficou reclamona, sensível, briguenta, fofinha, faladeira, introspectiva… tudo isso ao mesmo tempo. VISH! É TPM! E se vocês passam muito tempo juntas, você também deve estar naqueles dias – mulheres que convivem muito tendem a sincronizar o ciclo menstrual, é biológico. Primeira dica: NUNCA, JAMAIS jogue na cara dela que ela está numa TPM insuportável. Releve, apenas. Segunda dica: uma alimentação mais saudável e menos condimentada, além de muuuuita água ajudam no alívio de alguns sintomas como cólicas e dores de cabeça; assim como doses cavalares de chocolate vão fazê-las se sentirem momentaneamente melhores. Nem tudo é sofrimento: nesse período muitas mulheres ficam com a libido nas alturas. Aproveite! \o/

 

IX) INOVARÁS

Tem gente que tem arrepios só de ouvir ou ler a palavra rotina. Em outro extremo, há quem goste e sinta segurança com a rotina. Independentemente de qual seja a sua preferência ou a dela neste sentido, respirar novos ares de vez em quando é sempre bom. Um passeio a um parque novo, a escolha de um filme com o gênero diferente do que estão acostumadas, um restaurante ou uma balada em que nunca foram, a ida à um motel mesmo que vocês morem juntas; são algumas opções simples e que podem ser fantásticas.

 

X) AMARÁS, apenas

Todos os relacionamentos do mundo passam por altos e baixos. Não só os amorosos, mas entre pais e filhos, amigos, colegas de trabalho… Sempre há discordâncias, discussões, desentendimentos. Mas tudo na vida é contornável – exceto a morte. Pontos de conflito vão existir sempre em qualquer relacionamento, eles só não podem se tornar maiores que os pontos em comum e superar todos os sentimentos e as atitudes positivas. Elogie, dê carinho, ame sem esperar nada em troca. Se o sentimento for recíproco, ela também vai fazer tudo isso por você.

 

 

…Palavras de quem pensa e põe em prática tudo isso quando está apaixonada, entregue, comprometida.
Um beijo e até semana que vem!
Ma.

 

[hr]

 

Sempre que leio a palavra manual me vem à mente a ideia de que estarão ali naquelas linhas a descomplicação de praticamente todos os problemas do mundo, porque a associação a manual de instruções é inevitável. Televisores têm manual, microondas têm manual, carros têm manual; entretanto ler os manuais desses produtos não evita que eles tenham problemas técnicos, nem panes, MAS te tranquilizam porque quando eles simplesmente explodem do nada, não te pegam tão desprevenida assim. Mulheres não têm manual, mas se tivessem, qual seria a graça, não é mesmo? ;P

Um namoro, um envolvimento sentimental, também não vem com normas muito claras, escritas, tampouco autenticadas em cartório, só que algumas regrinhas simples podem fazer a relação prosperar e ser boa para ambas.

 

[hr]
I) NÃO PIRIGUETARÁS

O mundo tem 7 bilhões de pessoas e nenhuma delas te queria até você começar a namorar, daí quando você engata um romance #toooodasquer! Não caia nessa armadilha de Satanás. Ignore as mensagens inbox que você considera suspeitas, os sms´s da sua ex, as cantadas na balada. Acredite: tudo o que acontece com você pode estar acontecendo também com a sua namorada. Tenha um comportamento exemplar se quiser cobrar o mesmo dela.

 

 

II) NÃO CAÇARÁS CHIFRE EM CABEÇA DE CAVALO

Stalkear é bom e eu também gosto, mas ficar paranóica com cada foto que a sua namorada curte ou com cada pessoa que ela adiciona no Facebook ou no Twitter só vão desgastar a sua beleza e o seu relacionamento.

 

 

 

III) NÃO COBIÇARÁS A MULHER DO PRÓXIMO, NEM DA PRÓXIMA, NEM DOS DISTANTES

Você namora, mas acaba conhecendo uma moçoila liiiiiinda que é bi, tem um namorado que não se importa que ela curta garotas, nem que fique com algumas ocasionalmente. Veja bem, que parte do você namora!!! não ficou clara no começo deste tópico??? Não interessa se ela é linda, bi, tri, gay, se namora alguém que mora no Japão ou se ela está solteira. Você não está. Quer se jogar no mundo e pegar geral? Ok, mas deixe isso bem claro para a sua namorada – se é que depois de falar vai continuar tendo uma.

 

 

IV) NÃO COMPARARÁS SUAS EX’S

Cada relacionamento que você já teve deve ter te ensinado alguma coisa: paciência, confiança, amadurecimento… O saldo final foi positivo? Negativo? Fazer um balanço mentalmente pode até ser bom; lembrar de coisas boas, idem, mas guarde pra você. Nada é mais chato do que ser comparada a uma ex. E convenhamos, se a ex em questão era tão maravilhosa assim, porque não estão juntas até hoje? Se está com uma outra hoje valorize, respeite.

 

 

V) VIVERÁS O VOSSO RELACIONAMENTO

Conhece exemplos incríveis de pessoas que namoram à distância há meses ou até anos e são felicíssimas assim? Tem amigos que namoram, mas mantém o relacionamento aberto? Conhece casais adoram um ménage de vez em quando? O que funciona muito bem para algumas pessoas pode não dar certo no seu relacionamento. Além do mais, tudo o que vemos ou conhecemos sobre outros casais é o que demonstram em público, o que eles vivem em suas particularidades não temos acesso. Às vezes, de longe, a grama do vizinho parece mais verde, mas nem sempre é.

 

 

E você, acrescentaria mais sugestões ao MANUAL DAS COMPROMETIDAS? Se sim, fique à vontade! ;D

Um beijo grande e até semana que vem!
Ma.

 

 

 

Eu tenho uma tendência absurda a cometer enganos. Acho que todos estão olhando pra mim – quando não estão, acho que ninguém está vendo o que estou fazendo – quando na verdade todo mundo já viu tudo o que tinha e o que não tinha que ver; dentre mil outros exemplos cabeludíssimos que eu poderia passar o resto da vida citando… O que me conforta é saber que não estou sozinha, porque a tal da lésbica parece ter um DNA babadíssimo para o erro, especialmente em assuntos sentimentais. Obviamente me incluo aí, por isso tanta propriedade do assunto.

A menina é simpática e você já acha que ela está te desejando? Uma amiga te manda sms de “boa noite” e você já conclui que ela está querendo seu corpinho irresistível? Na balada você ouve um sonoro “não” e prefere interpretar como um “talvez”, acreditando que a moçoila está apenas se fazendo de difícil? Pára tudo, “Lucy in the sky”, e desce pra Terra pra ler o post desta semana:

 

Fazer uma interpretação errada do que você vê, lê e ouve pode te colocar em enrascadas, te deixar de calças curtas, te pegar pelo seu calcanhar de Aquiles… Existe uma poção mágica que você possa beber para sair de situações embaraçosas? Claaaaro que não. Mas existe uma listinha de coisas que você deve ter em mente antes de se equivocar.

 

  •  Poções “mágicas” ou quaisquer bebidas que levam álcool em sua composição mexem com o estado emocional da gente. Muito cuidado com o que você vê, fala e ouve quando estiver “um pouco alta”. Com umas biritinhas na cabeça fica bem fácil entender tudo errado.
  •  Suponhamos que você esteja sóbria e uma bêbada se aproxime contando segredos que te interessem. Primeiro cheque a credibilidade desta pessoa, depois avalie os interesses que ela tem em que você saiba tais informações.
  •  Pessoas recém-chegadas a uma turma tendem a ser super simpáticas com todos(as). Isso tem a ver com a nossa necessidade humana de sermos aceitos em um grupo. O fato de essas pessoas “novatas” estarem sendo gentis, sorrindo bastante ou se dispondo a fazerem favores não significa que estejam desejando ardentemente um beijo seu, nem da sua namorada.
  •  Horários. “Nessa vida tem hora pra tudo”, já dizia a sua mãe, que ouviu isso da sua avó, que escutou a mesmíssima coisa da sua bisa e por aí vai… Porém as redes sociais e os smartphones com seus aplicativos como o whatssapp fizeram o favor (ou o desfavor) de nos deixar disponíveis 24 horas por dia. Tem gente que tem bom senso pra usar, tem gente que ~ apenas ~ não tem. O fato de alguém te chamar no meio da noite não significa que esteja te amando loucamente. Pode ser carência, falta de juízo, excesso de tempo sobrando… e só.
  •  Ciumenta(o) na área: CUIDADO. Existem pessoas que têm ciúmes do pai, da mãe, do cachorro, do periquito e até da própria sombra! Amigos e namorados, então! NOOOOOOSSSSSAAAAA! Detectou um espécime desse por perto? Evite barracos. Não fique puxando assunto com o namorado(a), muito menos troque telefones ou adicione nas redes sociais. Fazer isso é pedir pra confusão ser armada e nunca sabemos quais os limites de loucura ou possessividade de alguém.
  •  Você namora e viu o amor da sua vida marcada numa foto pra lá de suspeita no Face de outra? Ela recebeu um sms não assinado de madrugada? Ela tem dado mais atenção ao Tuíter ou ao Ask do que pra você? Existem várias possibilidades de respostas… Pras duas primeiras, pode ser só alguém querendo fazer um inferninho na vida de vocês para que se separem e a sua gata altere o status no Face para “solteira sim, sozinha nunca”. Nesse caso converse com ela, explique o que te incomoda e entenda que ela pode não ter culpa nenhuma no cartório. No último caso, pode ser apenas empolgação momentânea com as amizades virtuais, coisa que passa. O importante é vocês não perderem a sintonia e a intimidade, todo o resto é contornável.

 

Se apesar de ler e absorver todas essas dicas ainda assim você passar por situações do tipo “Ooops! I did it again”, relaxa, “Herrar é Umano” e acontece com todo mundo mesmo.

Um beijo e até semana que vem!
Ma.

 

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