Bebês registrados por duas mamães!

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Colo de mãe é gostoso, imagina de duas? Pois é, tem criança que tem essa sorte.

Não é desfazendo dos papais de todo mundo ou dos homens, mas ter duas mães seria incrível! Quero ver se alguém iria reclamar por ter duas mães, não é mesmo? Rsrs… Mas olha só, não é toda justiça que concorda com isso. Não é justo que duas mulheres que tem um filho por inseminação, adoção ou qualquer outro meio de criação tenham que lutar na justiça para carregar o nome das duas na maternidade.

Existem casos de mulheres, como o do casal Natalie Woods e Betty Knowles. Natalie engravidou por inseminação artificial de um banco de sêmen e, casada há 16 anos, só poderia ter o bebê reconhecido pelas duas por meio de um processo judicial. Elas foram o primeiro casal gay a registrar uma criança.

A fofíssima Lily-May Bette Woods nasceu no dia 31 de Março e é – até o momento – a primeira criança registrada na Grã-Bretanha por um casal lésbico.

Esse acontecimento mostra que o nosso “tipo de família” está sendo aceito e reconhecido, afinal, toda criança precisa de amor, carinho e de uma família que mostre que o mundo não precisa mais de diferenças e sim de amor.

Não importa por quem ou como uma criança é criada. Não se trata de um debate moral, mas de fatos reais!

Existem casos no Brasil, mas não é a primeira vez que um casal lésbico obtém o direito de ter os sobrenomes no registro de nascimento do filho. Existe um caso famoso no Brasil: Adriana Tito Maciel e Munira Kalil El Ourra. Munira doou o óvulo que foi fertilizado e implantado no útero de Adriana.

“No caso ocorrido no Rio Grande do Sul, uma das mulheres era gestante com material genético dela mesma”

Elas tiveram um casal de gêmeos e a batalha judicial começou quando Adriana estava grávida de sete meses e a justiça determinou uma das mães como se fosse adotiva. 

“Não fazia sentido a Munira adotar”, conta Adriana. “ O DNA é dela! Como pode uma mãe adotar os próprios filhos?”

Em conversa com a Terra Magazzine, Adriana Explica a importância decisão.

“Para nós, aqui em casa não muda nada porque nós sabemos que nós duas somos mães, mas isso muda para a sociedade, para um monte de coisas que a gente tem que fazer” 

A justiça e a sociedade pode tentar afastar o nome e colocar duas mães lésbicas em um patamar diferenciado de uma família, como se não fosse comum. Mas essas crianças serão afortunadas sempre por terem duas mães, e mais, a possibilidade de desfrutar da vida juntamente com pessoas que irão criá-las com todo amor e dedicação do mundo.

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Isso, a justiça ou o preconceito nunca vai conseguir afastar: O amor materno!

Parabéns mães guerreiras pelo seu dia!

 

 

Written by Bianka Carbonieri
Insta: @bsapatomica | 26 anos, taurina, mora em São Paulo. Workaholic assumida, estudante de Psicologia, é viciada em café e lasagna.